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Cinco lugares em São Paulo para comemorar o Dia do Rock –

Neste domingo, é celebrado o Dia Mundial do Rock. Essa data foi inspirada pelo festival Live Aid, realizado em 13 de julho de 1985. O cantor Phil Collins, que se apresentou no evento, propôs que este dia fosse reconhecido como uma comemoração do rock. Desde então, essa data tem sido uma ocasião para honrar um gênero musical que tem mostrado resistência ao longo das décadas.

Em São Paulo, diversas casas e espaços dedicados ao rock ajudam a manter viva a essência desse estilo musical. Entre eles, destaca-se a Galeria do Rock, inaugurada em 1963, localizada no centro da cidade. Esse local abriga lojas de discos, camisetas de bandas e estúdios de tatuagem e piercing. Nos últimos anos, também começou a receber shows em seu terraço. Antônio de Souza Neto, conhecido como Toninho, é uma figura emblemática da Galeria. Ele comenta sobre como o lugar se adapta e se reinventa, mantendo a energia do rock mesmo com as mudanças na sociedade e na indústria musical.

A Galeria está situada na Avenida São João, 439, República, e abre de segunda a sexta-feira, das 9h às 19h, e aos sábados, das 9h às 18h.

Outro ponto famoso entre os roqueiros é a rua Treze de Maio, que acolheu historicamente bares dedicados ao rock. Um deles, o The Wall, foi criado em homenagem à banda Pink Floyd. Após passar quase 30 anos no Bixiga, o bar agora está localizado na Zona Oeste, no Butantã, na Avenida Vital Brasil, 54. O The Wall funciona às sextas e sábados das 21h às 5h, e as reservas podem ser feitas pelo e-mail [email protected].

Em meio à história do rock, o Café Piu Piu também se destaca, tendo sido fundado nos anos 80. O local já recebeu performances de várias bandas conhecidas, como Ira e Camisa de Vênus. Fernando Corrêa, um roqueiro veterano que frequenta o café desde sua abertura, compartilha a importância do lugar que permanece fiel à sua essência.

O Café Piu Piu está localizado na Rua Treze de Maio, 134, Bela Vista, e abre às quintas-feiras, das 20h às 1h30; e às sextas e sábados, das 21h às 4h. Os preços de entrada variam entre R$ 35 e R$ 45, dependendo do dia.

Outro local relevante é o Madame Underground Club, um espaço conhecido entre o público gótico de São Paulo, localizado na Bela Vista. O colunista Marcio Rachkorsky é um frequentador assíduo e passa sua paixão pelo lugar para o filho, que também é um cliente regular. Eles descrevem a atmosfera vibrante do Madame, especialmente nos fins de semana, quando o clube se enche de pessoas com looks góticos.

O Madame abre às sextas, das 22h às 6h; sábados, das 22h às 7h; e domingos, das 20h às 2h. Os preços de entrada variam entre R$ 30 e R$ 80, dependendo se a pessoa está ou não na lista.

O Gaz Burning, que surgiu durante a pandemia, é outro exemplo de um espaço que promove o rock. Localizado entre duas linhas de trem, o bar oferece shows de diferentes estilos, do punk ao metal, e se apresenta como um ambiente familiar. Rodrigo Veri, o idealizador do Gaz Burning, destaca a diversidade do público que frequenta o local, incluindo pais que levam seus filhos a shows.

O endereço do Gaz Burning é Avenida Santa Marina, 213, Água Branca, e funciona de quarta a sexta-feira, a partir das 17h.

Esses espaços em São Paulo mostram que o rock continua vivo e relevante na cultura da cidade. Apesar das mudanças na indústria musical, a paixão e energia desse gênero seguem sendo celebradas em várias partes da capital paulista.

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