Diretor da PF classifica fala de Eduardo como tentativa de intimidação –
Um deputado, que anteriormente atuou como escrivão da Polícia Federal, mencionou a abertura de um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) contra ele na instituição. Durante uma transmissão ao vivo, ele desafiou um delegado da Polícia, Fábio Schor, que está à frente de investigações contra o ex-presidente Jair Bolsonaro. O deputado afirmou que não se preocupa com as consequências de sua situação na Polícia Federal e expressou que ser perseguido pela instituição é uma honra.
Na mesma transmissão, o deputado criticou duramente o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, chamando-o de “psicopata” e “gangster”. Ele deixou claro que não tem intenção de recuar e afirmou que não trabalha sozinho nessa caminhada, insinuando uma espécie de apoio coletivo.
O deputado também informou que não renunciará ao seu cargo e voltou a receber seu salário de R$ 46,3 mil, após uma licença de 122 dias que se concluiu. Ele se encontra nos Estados Unidos desde março.
Em resposta a esses comentários, Andrei Rodrigues, diretor-geral da Polícia Federal, afirmou que a instituição não se deixará intimidar por investigações ou declarações que tentem desestabilizá-la. Rodrigues destacou que as ações da Polícia Federal seguem em andamento, considerando os ataques às instituições como parte de diversas investigações em curso.



