Cathy Engelbert deve deixar cargo de comissária da WNBA após CBA

Napheesa Collier, jogadora influente da WNBA, fez críticas contundentes ao comissário da liga, Cathy Engelbert, afirmando que a WNBA possui “a pior liderança do mundo”. Seu descontentamento não é isolado; fontes indicam que Engelbert pode estar considerando deixar o cargo após as atuais negociações coletivas com os jogadores, enfrentando pressão tanto dentro da NBA quanto da WNBA.
Engelbert, que assumiu a posição há seis anos, tem enfrentado dificuldades no relacionamento com jogadores e colegas. Com o crescimento expressivo da liga, sua capacidade de se conectar com os envolvidos parece estar em questão. Um insider mencionou que, apesar de Engelbert ser uma profissional inteligente com conquistas notáveis, como um contrato de direitos de transmissão de 11 anos no valor de 2,2 bilhões de dólares, a falta de habilidade em construir relacionamentos é um desafio em seu papel como comissário.
Collier, que se recupera de uma lesão após um jogo, começou suas críticas ao mencionar os problemas de arbitragem na liga. Suas declarações sobre a liderança de Engelbert foram contundentes, usando termos como “insensível” e “negligente”. A jogadora questionou se a liga realmente se preocupa com a saúde dos atletas e com a qualidade do jogo apresentado. Ela enfatizou a necessidade de responsabilidade dos líderes em relação às questões apontadas por jogadores e técnicos.
Em resposta, Engelbert se manifestou por meio de um porta-voz, reafirmando seu respeito por Collier e afirmando que está comprometida em garantir um futuro brilhante para os jogadores e para a WNBA. Engelbert expressou desapontamento com a forma como Collier retratou a liderança da liga, mas reiterou sua dedicação, mesmo diante de diferenças nas perspectivas.
Collier também revelou um diálogo que teve com Engelbert meses atrás, onde questionou a comissária sobre a arbitragem e a compensação de jogadores. Na conversa, Engelbert teria minimizado as preocupações, afirmando que “apenas os perdedores reclamam dos árbitros.” Collier relatou que a falta de comunicação e empatia por parte de Engelbert em relação a questões como lesões é um reflexo da falta de um verdadeiro líder na liga.
Outros jogadores, como Lexie Hull, expressaram apoio às críticas de Collier, destacando a importância de mudanças na liga. A insatisfação com a arbitragem e com a liderança está se tornando um tema recorrente entre as jogadoras à medida que a WNBA cresce rapidamente, ressaltando a necessidade de alinhar as visões dos jogadores e da administração para o futuro da liga.



