Sete soldados dos EUA feridos em operação secreta na Venezuela

Sete militares americanos ficaram feridos durante uma operação secreta para capturar Nicolás Maduro no último fim de semana. Um oficial de defesa dos Estados Unidos revelou que cinco dos soldados já retornaram ao trabalho, enquanto dois ainda estão em processo de recuperação.
De acordo com o oficial, os feridos estão recebendo cuidados médicos adequados e estão se recuperando bem. O presidente Donald Trump comunicou no sábado que durante a operação, que ocorreu em Caracas, “alguns soldados foram atingidos”. Ele afirmou que todos os feridos estão em “boa forma” e que não houve mortes entre as tropas americanas, nem perda de equipamentos.
Uma aeronave envolvida na missão sofreu danos, mas conseguiu continuar operando. Trump elogiou a execução da operação, ressaltando que a missão foi complexa e exigiu grande capacidade por parte dos soldados. O secretário de Defesa, que falou na segunda-feira, mencionou que cerca de 200 integrantes das forças armadas dos EUA participaram da missão em “centro de Caracas”.
A operação, nomeada “Resolução Absoluta”, foi planejada durante meses e incluiu a construção de uma réplica do local onde Maduro se encontrava. Trump descreveu o local como “altamente guardado” e comparou-o a uma fortaleza.
As equipes de captura, compostas por policiais e forças de operações especiais, foram levadas em helicópteros de baixo voo, enquanto outros aviões, como caças e drones, atacaram as defesas aéreas da Venezuela para permitir a aproximação da missão.
Durante a ação, que começou na noite de sexta-feira e se estendeu até a manhã de sábado, as tropas enfrentaram forte resistência. O governo dos EUA confirmou que todos os militares conseguiram sair do local, apesar dos ferimentos. Relatos indicam que muitos membros das forças de segurança venezuelanas e cubanas foram mortos durante a operação.



