Justiça do RJ mantém afastamento da diretoria da Oi até janeiro
A Oi anunciou que o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) decidiu manter partes de uma sentença que transformou a recuperação judicial da empresa em falência, permitindo a continuidade provisória de suas atividades. Essa decisão foi comunicada pela empresa na quinta-feira, 12 de outubro.
A determinação envolve o afastamento da diretoria e do conselho de administração da Oi, assim como de suas subsidiárias, a Serede e a Tahto. Essa medida permanecerá em vigor até 20 de janeiro de 2026, conforme já estabelecido em sentenças anteriores.
Essa nova decisão ocorre em resposta a dois pedidos feitos pelo Itaú Unibanco e pelo Bradesco. Esses bancos questionaram a sentença da 7ª Vara Empresarial da Capital, que decretou a falência da Oi no mês passado. O tribunal manteve a decisão de retornar os administradores judiciais, ou seja, WALD Administração de Falências e PRESERVA-AÇÃO, além de manter Bruno Galvão Souza Pinto de Rezende como gestor judicial.
Além disso, o TJ-RJ também prorrogou até 20 de janeiro de 2026 a suspensão de obrigações extraconcursais, tanto as que já venceram quanto as que estão por vencer. Também foi reafirmada a proibição de negócios por meio da empresa Íntegra.
Essas decisões fazem parte do processo de reestruturação da Oi, que enfrenta desafios financeiros significativos e busca estabilizar sua situação até achar uma solução mais definitiva.



