Óscar Ramírez e VAR geram descontentamento em Alajuelense
Na noite de ontem, a Liga Deportiva Alajuelense enfrentou o Puntarenas FC e terminou o jogo em um empate de 2 a 2. Este resultado marca a terceira partida consecutiva sem vitórias do time, que já havia empatado contra o Guadalupe e perdido para o Motagua anteriormente.
A partida foi marcada por polêmicas envolvendo a arbitragem. Na rodada anterior, a Comissão de Arbitragem admitiu que não houve um pênalti marcado a favor de Creichel Pérez. Durante o jogo de ontem, o VAR teve um papel decisivo ao anular um gol de Alejandro Bran, que muitos torcedores consideraram em uma posição de impedimento duvidosa.
Em relação ao jogo, a Alajuelense não começou de forma convincente. O time levou um tempo para se impor e só conseguiu isso por conta de algumas individualidades. Aos 29 minutos, Joel Campbell, um dos melhores jogadores da Alajuelense, sofreu um pênalti que Ronaldo Cisneros converteu, colocando a equipe em vantagem. Campbell já havia ameaçado o gol com um tiro no poste logo aos 5 minutos.
No entanto, o Puntarenas não se deixou abater. Aos 41 minutos, Andrey Mora empatou a partida em uma cobrança de falta que pegou a defesa da Alajuelense despreparada. Na etapa complementar, um autogol de Aarón Salazar aos 68 minutos virou o jogo a favor do Puntarenas, mas Creichel Pérez voltou a igualar, marcando o segundo gol da Alajuelense aos 77 minutos. A emoção, no entanto, foi ofuscada quando o VAR invalidou o que seria o terceiro gol da Alajuelense, novamente de Alejandro Bran.
No final do jogo, a entrada de Anthony Hernández e Jeison Lucumí trouxe mais velocidade ao ataque da Alajuelense, mas não foi suficiente para uma virada. O desempenho da equipe foi alvo de críticas nas redes sociais e entre os torcedores, que questionaram o trabalho do técnico Óscar Ramírez e a demora nas substituições.
Com o empate, a Alajuelense enfrenta agora um momento de pressão. O time viaja para Tegucigalpa no dia 30 de setembro para um jogo decisivo contra o Motagua, pela Copa Centroamericana de Concacaf. A equipe precisa não só de uma vitória, mas também de um plano tático claro para evitar que o VAR volte a ser um fator crucial.
