Bolsonaro afirma que tarifaço não fere soberania nacional
Veja as principais notícias e manchetes do dia no Brasil e no Mundo. Leia textos e assista a vídeos de Política, Cotidiano, Crimes e mais.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu não se reunir com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e optou por conduzir as negociações com seu corpo diplomático. Desde que Trump assumiu a presidência americana em janeiro, não houve encontros entre os dois líderes. O ex-presidente Jair Bolsonaro relembrou que, em 2019, uma breve conversa de 15 minutos com Trump ajudou a evitar a imposição de tarifas sobre produtos brasileiros, como aço e alumínio.
A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) divulgou uma nota na semana passada afirmando que a soberania do Brasil não está à venda. O texto destaca a importância de reafirmar princípios quando fatores não econômicos ameaçam a estabilidade das relações comerciais e o respeito ao direito internacional.
Bolsonaro manifestou interesse em dialogar com Trump, sugerindo que estaria disposto a uma negociação caso Lula demonstrasse abertura para isso. Ele ressaltou que haveria consequências para aqueles que não buscam diálogo, lembrando que seu passaporte está retido devido a uma decisão judicial. Bolsonaro expressou confiança de que conseguiria uma audiência com o presidente americano, afirmando que está disponível para tal.
Contudo, o ex-presidente também destacou que não possui a liberdade necessária para se comunicar livremente com Trump, além de se considerar alvo de perseguição no processo em que é réu por suposta tentativa de golpe de Estado.
Além disso, Bolsonaro se posicionou sobre a situação do filho, Eduardo Bolsonaro, que se encontra nos Estados Unidos. Ele afirmou que, mesmo sem um mandado de prisão, o filho seria preso se retornasse ao Brasil, e acrescentou que Eduardo é “mais útil” operando fora do país.



